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Samsung Galaxy Y: A introdução de baixo custo aos smartphones

13/03/2012

Precisei trocar o celular devido a alguns incidentes envolvendo meu celular antigo. Primeiro até pensei em comprar outro celular barato, caso estragasse era só jogar fora e comprar outro… mas isso seria desperdício de dinheiro e só serviria para poluir o meio ambiente.

Pensando um pouco melhor, resolvi partir para o meu primeiro smartphone. Procurando o smartphone com Android que estivesse mais em conta, achei três modelos: ZTE Racer, Samsung Galaxy 5 e Samsung Galaxy Y.

Fui numa loja testar o ZTE Racer (conhecido no Brasil como ZTE X850), mas este modelo me desagradou demais. A resposta da tela é horrível, é bem lerdo e usa um Android desatualizado sem possibilidade (oficial) de atualização. E segundo “infeliz usuário” (sic) deste modelo, a bateria é uma piada. De mal gosto. Aguenta por volta de 1h15 de conversação e cerca de 8h em stand-by.

Eu nunca fui muito fã da Samsung ou dos celulares dela, entretanto o Galaxy 5 (compatível com CyanogenMod não oficial) e o Galaxy Y me interessaram.

Uma coisa engraçada é que, apesar de eles terem sidos lançados com quase um ano de diferença, ambos ainda custam praticamente a MESMA coisa, então optei pelo mais recente…

...o Galaxy Y.

Com aproximadamente duas semanas de uso, posso adiantar: eu gostei! Leia mais…

Genesis, aka o novo desktop do Mamutti – Parte III

30/01/2012

Um século se passou desde a segunda parte deste artigo, meu desktop já nem é tão novo assim, inclusive já começam a aparecer os primeiros sinais de ferrugem, e ainda falta uma penca de peças para comentar. Esta parte do artigo contém a resenha de três peças que são a chave para um bom desktop: processador, placa-mãe e memória… e disco rígido. Quatro peças!

Como só lembramos delas quando alguma coisa não funciona direito vou tentar focar nos detalhes práticos e alguns problemas que já vivenciei usando esta combinação de hardware no (X)Ubuntu Oneiric, ao invés de entupir o texto com especificações menos que úteis. Leia mais…

SOPA Strike

18/01/2012

SOPAStrike

Os números de 2011 do iCaju

02/01/2012

Graças à vocês esses números são uma realidade para o iCaju e uma satisfação para nós autores.

Tenham todos um bom ano e muitas alegrias.

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

O Museu do Louvre, em Paris, é visitado todos os anos por 8.5 milhões de pessoas. Este blog foi visitado cerca de 71.000 vezes em 2011. Se fosse o Louvre, eram precisos 3 dias para todas essas pessoas o visitarem.

Clique aqui para ver o relatório completo

Review: Speedy via fibra ótica

14/12/2011

É sempre difícil começar um post, nunca sei ao certo o que escrever, então vou começar direto, sem preliminares ou lubrificação, vai no seco mesmo.

Fibra ótica desde seu invento e, ainda, nos dias atuais é algo que as pessoas não tem muito contato. Algumas acham que é só mais um fio, ou que é bruxaria. Não importa sua intimidade com fibra ótica, você terminará esse post como um profundo conhecedor superficial de fibra ótica. O motivo é minha internet via fibra da Telefonica, vulgo: Speedy Fibra.

São incriveis 15Mbps por 89,90 não é um preço assim tão camarada. Contudo cheguei a pagar esse valor por meros 512Kbps, sim 512K!!! Além do mais a diferença entre o que pagava pelo telefone+internet 1Mbps não mudou muito. Antes a conta era 57,90+57,90=115,8 agora é 39,90+89,90=129,8. Levando em consideração que sai de 1 mega para 15 por apenas 13 reais a mais valeu a pena.

Indo para a parte técnica e legal da coisa, começo a falar da velocidade e qualidade do serviço. Como disse, a velocidade contratada foi de 15Mbps de download e 1Mbps de upload o equivalente a 2MB/s e 150KB/s. A velocidade entregue varia, entretanto se mantem bem próxima a 15Mbps. A figura abaixo mostra o pico de velocidade.

Resultado SpeedTest
Resultado SpeedTest

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Se gosta de computador, não trabalhe com ele

11/09/2011

Só pra começar esse post. Vos digo que estou trabalhando e obviamente com computadores. Pouco código, muita configuração da ferramenta. É um ambiente divertido, o trabalho é até que legal. Contudo estou desgostando de computador. Explicarei.

Quando criança tive uma paixão quase que instantânea pelo meu primeiro computador. Deste dia em diante, o amor só foi crescendo. Ficava o dia inteiro, quando podia, na frente do computador. Nunca parecia ser tempo o suficiente, sempre queria mas tempo junto dele. Jogos, posts de blogs, internet, vídeos, programação, uma infinidade de coisas. Quanto mais tempo ficava, mais tinha pra fazer.

Como todos, exceto os vagabundos e moradores de rua, temos que trabalhar e conquistar a independência, mesmo que não queiramos. Como vocês dever ter imaginado, fui seguir carreira no ramo de computadores. Fiz isso certo de que seria o melhor para qualquer um, fazer o que quer e o que dá e dará muito dinheiro. Estudei. Fiz dois cursos técnicos e estou fazendo faculdade de Engenharia da Computação.

Acontece que estou enjoando do computador, a relação ficou fraca, ele está me sufocando. O dia inteiro atrás de mim, agindo como se eu fosse o único que pode operá-lo. Então pensei se estava fazendo a coisa certa se escolhi a carreira certa. Talvez a faculdade onde estudo, (FIAP) não esteja ajudando, talvez o curso, ou ainda eu nunca gostei de computadores de verdade. Esse desânimo provavelmente é o que faz com que o iCaju perca um pouco da periodicidade dos posts. Quando temos tempo para escrever não queremos escrever pois queremos fazer outra coisa além de ficar no computador.  Afinal ficamos o dia todo no computador.

Onde quero chegar é: Até onde devo insistir nessa carreira? Até onde é normal enjoar da ferramenta de trabalho? Como saber se realmente é isso que quero? Muitas perguntas e nenhuma resposta que consigo encontrar, mas o que digo é não trabalhem com computador a não ser que seja um nerd ou goste muito de computadores. Bem, peço que comentem.

Genesis, aka o novo desktop do Mamutti – Parte II

29/07/2011

Continuando a série de reviews das peças do meu novo desktop que comecei a fazer algumas semanas atrás, nesta parte vou falar sobre a fonte de alimentação e o gabinete. Notou que eu não falei nada sobre o porque de eu chamar meu novo computador de “Genesis” na primeira parte do artigo? O nome é uma homenagem ao meu videogame favorito de todos os tempos, o Mega Drive. Genesis é o nome que a SEGA deu a ele nos Estados Unidos da América do Norte. Notou que esta informação não tem a menor relevância? Um pouco de cultura inútil não faz mal a ninguém. 😉 Leia mais…

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