Uma imagem vale mais que mil palavras. Isso é bem verdade, mas claro, quando se consegue ver algo na imagem. Quando comprei a minha Sony DSC-s650 esperava isso. Mas não foi bem assim.
Depois da minha ida ao melhor lugar para se tirar fotos legais, Chapada Diamantina, tive minha decepção. Imagens com manchas, muitas manchas, quando estava um pouco mais escuro. Um flash com alcance bem pequeno, vídeo ruim, para não dizer péssimo, e inexistência de modo manual. Além disso, já era um modelo ultrapassado.
Meu antigo scanner Canon CanoScan D646U EX estava com o vidro trincado desde que eu tentei desmontar para limpar ele por dentro (ele está todo empoeirado por dentro, não sei como aconteceu) isso a uns 3 anos atrás. Nunca comprei outro scanner porque não precisava, ele funcionava bem no Windows XP, era só evitar a área do scanner depois da parte trincada e sem problemas.
Começo deste ano troquei de computador e percebi que o scanner não funcionava de jeito nenhum no Windows Vista Home Premium x64. Tudo bem, tudo que eu tinha de fazer era pegar meu computador com Windows XP, ligar e escanear usando o VNC. Certo, certo… não era das uma coisa mais prática, mas funcionava. Até ai tudo era 975 maravilhas, (seria 1000 se não fosse o vidro do scanner, ha!) quando outro problema aconteceu: o cartucho de tinta colorido original da HP Photosmart 7260 deu problema após uma recarga, logo na primeira recarga.
Precisava comprar um cartucho novo, que custaria R$120 (105+frete) na melhor das hipóteses (138 reais nos mercados daqui + gasolina). Com esse preço atrativo, fui olhar o preço de uma impressora nova e lembrei que precisava de outro scanner, uma vez que além de não ser lá muito economico ligar um computador inteiro só para escanear duas ou três folhas, o scanner também estava trincado. Então olhei o scanner mais barato, o HP ScanJet G2410, custa uns R$250. (Por sorte não comprei esse scanner… um amigo que comprou um scanner HP na mesma época está xingando os drivers e a mãe de quem os programou.) Nisso pensei em comprar uma multifuncional.
De fato não é muito caro, mas se eu fosse comprar esses dois itens, daria cerca de R$ 370, enquanto a multifuncional mais barata, sairia por R$ 220 + frete.
Então olhei os preços das multifuncionais. Comecei olhando as mais baratas, esses modelos em especifico:
HP DeskJet F4280, que com uma pesquisada melhor descobri que os drivers são bugados, o scanner é mais ou menos (o que poderia não me atender) e aparentemente usava os mesmos cartuchos caríssimos da HP Photosmart 7260;
Epson Stylus TX115 e TX105 que são bem interessantes, porém parecem ser modelos mais antigos e pode ser difícil achar os cartuchos (não sei que cartuchos usam, não olhei).
E nisso gastei mais um tempo olhando multifuncional até que achei a Epson Stylus Office TX300F e a Epson Stylus TX400, que pareceram me atender melhor. Elas são bem similares, porém existem pequenas diferenças: a TX400 possui um LCD colorido não-touchscreen minúsculo e não possui Fax, enquanto a Epson Stylus Office TX300F possui fax e scanner com ADF, o que é uma mão na roda para escanear bastante documentos ou se tu tem preguiça de ficar abrindo e fechando o scanner toda hora.
Não que o Fax seja muito importante nos tempos de email. Para ser bem sincero, o fax não fez a menor diferença para minha escolha, acabei escolhendo a Epson Stylus Office TX300F pelo scanner com ADF. Compra feita. Produto entregue. Vamos ao review.
Certo dia, me perguntaram no MSN o porque do nome do aparelho ser presenter. Eu não sei a resposta e o nome realmente não faz sentido, afinal quem apresenta sou eu e não o controle que eu uso para passar os slides. Acho que o nome é presenter simplesmente porque remote control for presentations é muito ruim.
Se tem uma coisa que tira o brilho de uma apresentação de slides (ou keynote, como queira) é passar o slide no momento errado, ou pior, ficar o tempo todo avisando a outrem pra passar o slide. Eu aprendi com tio Jobs que um keynote bem feito e com um bom timing vende até smartphone sem copy/paste e MMS. Daí decidi comprar um presenter.
Colocando a prolixidade de lado e indo aos finalmentes: o review. O produto em si não tem nome o que é péssimo se você for uma grande marca, mas não faz mal se você tiver olho puxado e viver em uma república de merda onde há um limite de um filho por casal que é pra não aumentar a pobreza. Malthus FTW!
Escolhi esse modelo por ser um dos mais baratos do DX, usar radiofrequência – ou seja, nada de ter que apontar para o receptor ou desviar de obstáculos na hora de usar – e possuir um tipo de pilha fácil de achar em terras Tupinambás – AAA, mais conhecida como palito. Como quase sempre, tudo correu bem e o Deal Extreme mais uma vez está de parabéns.
Seu receptor é do tamanho de um pendrive comum e é tão fácil de instalar como tal. O segredo dessa compatibilidade toda é que o presenter é na verdade um teclado USB que usa tecnologia avançada patenteada pela Microsoft, conhecida como PageUp e PageDown. Quanto ao laser, bem, ele é só um laser vermelho comum.
O presenter é bem confortável de segurar, mas os botões de passar os slides ficariam bem melhores de usar no lugar do botão de acionar o laser. A qualidade do material é boa e se quebrar (o que eu duvido que vá acontecer) eu comprarei outro igual. Veja um vídeo tosco que eu fiz demonstrando o uso do brinquedinho:
Só esclarecendo o final do vídeo… hoje eu fui tentar usar o presenter em uma máquina no curso, ela pediu a senha do administrador e eu fiquei chupando o dedo. Esteja avisado(a).
Há alguns meses eu estou livre do pesadelo em forma de link de Internet conhecido como Oi Velox. O serviço nem era tão ruim assim, mas o preço… ah, o preço era absurdo. Hoje, na GVT, pago quase o mesmo preço e tenho 10 parrudos megabits, contra os míseros 300 kilobits da concorrência.
Faz um bom tempo também que eu venho enrolando pra fazer um review sobre o serviço da Global Village Telecom. Se por um lado o tempo passou, o hype da GVT diminuiu e eu provavelmente deixei de ganhar alguns pageviews. por outro lado esse tempo me deu uma noção melhor da qualidade do serviço. Sem mais blablablá… Leia o resto deste post »
Mudar para um país com energia mais limpa e estável;
Gastar ~R$300,00 em um estabilizador decente;
Comprar um no-break decente que custa quase o mesmo que um estabilizador decente.
Baseando-me nessas três possibilidades, achei mais cabível e lógico comprar o no-break. Os motivos foram:
Possibilidade de manter um computador ligado para seu correto desligamento.
Função de estabilizador embutida (nem todos são assim).
Relação custo X benefício bem melhor em relação a um estabilizador.
Tranquilidade por quase que anular as probabilidades de perder algum componente de seu computador por problemas elétricos.
Na hora de escolher que no-break foi bem difícil. A principio queria algo bem completo. Procurava por um no-break que aparentemente não existe, pelo menos aqui no Brasil, ou que não fosse do tamanho do meu computador. Procurava pelo seguinte:
Nenhum intervalo entre mudança da alimentação.
Onda de saída, quando usando as baterias, tipo senoidal (nada de aproximações).
Depois de quebrar o MP5o PMP a cara eu voltei a situação em que eu estava antes da burrice de comprar o PMP: não tinha como ouvir músicas longe do computador. Decidi que precisava dar um jeito nisso rápido – a música me ajuda a não dormir no ônibus – e que meu próximo player teria de ser de uma marca conhecida, além de não ser muito caro (o que exclui qualquer coisa da Apple) e tocar Ogg.
Parece fácil de achar, né? Pelo contrário: o mercado de players não está nem aí pra pessoas como eu. Há duas possibilidades: você quer um produto de qualidade e escolhe um iPod ou seus amiguinhos menos conhecidos porém igualmente caros; ooooou você compra uma porcaria dessas que nem tem coragem de estampar o próprio nome da marca no produto.
Alguns ao lerem o último parágrafo dirão que se eu quero um produto de qualidade tenho que pagar um pouco mais caro. Concordo e discordo. Eu entendo que a qualidade tem um preço, mas os players consagrados rendem uma margem de lucro enorme. Daí eu apelei para marcas não-tão-conhecidas, como a Onda, e encontrei no DealExtreme o que eu estava procurando, por um preço amigável.
Onda VX818
O Onda VX818 é um MP3 que custa em média US$40, possui tela OLED, bateria embutida com duração de incríveis ~30 horas, compatível com vários formatos populares de música e/ou Ogg (zing!), grava voz, tem memória interna de 2GB e interface USB 2.0. Fora a ótima bateria não tem nada de mais. O diferencial dele é simplesmente a qualidade, afinal a Onda não daria garantia de 1 ano no bichinho à toa. Leia o resto deste post »
Há dois anos usava um aguenta-qualquer-pancada Motorola W220. Ele resistiu desde o natal de 2006 até fim de maio de 2009 na minha mão. Nunca me importei em trocar de celular pois achava que era feliz com um celular que aceitava ringtones polifônicos, em pleno 2009, mas percebi o QUÃO enganado estava.
No meu Motorola era tudo muito simples, todas opções bem a mão e coisas do gênero. Mas ele tinha uma série de defeitos sérios: não tinha nem cartão de memória, o que me deixava limitado aos menos de 2 MiB de memória interna, não tinha bluetooth, limitando-me a usar o WAP para adicionar qualquer conteúdo nele… (lembro que baixei 35kB de MIDI e paguei quase 5 reais, own3d. Maldita TIM!)
Pesquisei bem, fiz uma lista de celulares para substituir o meu W220 e como não encontrei o que queria acabei ficando com um celular bem em conta: Nokia 5310. Na verdade eu não conhecia muito bem esse modelo, fiquei mais de uma hora fuçando modelos na loja. Quase endoidei as pessoas que me acompanhavam e a vendedora.
Nokia 5310
Agora vamos ao que interessa, um review “rápido”. Este celular é fino, não mede 1cm (não tenho nenhuma régua ao alcance para medir) em sua parte mais fina. Isso é uma coisa boa e ruim ao mesmo tempo: boa pois posso deixar ele no bolso de trás da calça que não aparece tanto e ruim pois dificulta um tanto seu manuseio (nada que duas horas brincando com ele não resolvam). Leia o resto deste post »