10 Outubro, 2009
Meu antigo scanner Canon CanoScan D646U EX estava com o vidro trincado desde que eu tentei desmontar para limpar ele por dentro (ele está todo empoeirado por dentro, não sei como aconteceu) isso a uns 3 anos atrás. Nunca comprei outro scanner porque não precisava, ele funcionava bem no Windows XP, era só evitar a área do scanner depois da parte trincada e sem problemas.
Começo deste ano troquei de computador e percebi que o scanner não funcionava de jeito nenhum no Windows Vista Home Premium x64. Tudo bem, tudo que eu tinha de fazer era pegar meu computador com Windows XP, ligar e escanear usando o VNC. Certo, certo… não era das uma coisa mais prática, mas funcionava. Até ai tudo era 975 maravilhas, (seria 1000 se não fosse o vidro do scanner, ha!) quando outro problema aconteceu: o cartucho de tinta colorido original da HP Photosmart 7260 deu problema após uma recarga, logo na primeira recarga.
Precisava comprar um cartucho novo, que custaria R$120 (105+frete) na melhor das hipóteses (138 reais nos mercados daqui + gasolina). Com esse preço atrativo, fui olhar o preço de uma impressora nova e lembrei que precisava de outro scanner, uma vez que além de não ser lá muito economico ligar um computador inteiro só para escanear duas ou três folhas, o scanner também estava trincado. Então olhei o scanner mais barato, o HP ScanJet G2410, custa uns R$250. (Por sorte não comprei esse scanner… um amigo que comprou um scanner HP na mesma época está xingando os drivers e a mãe de quem os programou.) Nisso pensei em comprar uma multifuncional.
De fato não é muito caro, mas se eu fosse comprar esses dois itens, daria cerca de R$ 370, enquanto a multifuncional mais barata, sairia por R$ 220 + frete.
Então olhei os preços das multifuncionais. Comecei olhando as mais baratas, esses modelos em especifico:
- HP DeskJet F4280, que com uma pesquisada melhor descobri que os drivers são bugados, o scanner é mais ou menos (o que poderia não me atender) e aparentemente usava os mesmos cartuchos caríssimos da HP Photosmart 7260;
- Epson Stylus TX115 e TX105 que são bem interessantes, porém parecem ser modelos mais antigos e pode ser difícil achar os cartuchos (não sei que cartuchos usam, não olhei).
E nisso gastei mais um tempo olhando multifuncional até que achei a Epson Stylus Office TX300F e a Epson Stylus TX400, que pareceram me atender melhor. Elas são bem similares, porém existem pequenas diferenças: a TX400 possui um LCD colorido não-touchscreen minúsculo e não possui Fax, enquanto a Epson Stylus Office TX300F possui fax e scanner com ADF, o que é uma mão na roda para escanear bastante documentos ou se tu tem preguiça de ficar abrindo e fechando o scanner toda hora.
Não que o Fax seja muito importante nos tempos de email. Para ser bem sincero, o fax não fez a menor diferença para minha escolha, acabei escolhendo a Epson Stylus Office TX300F pelo scanner com ADF. Compra feita. Produto entregue. Vamos ao review.
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Escrito por Keaton
30 Junho, 2009
Há dois anos usava um aguenta-qualquer-pancada Motorola W220. Ele resistiu desde o natal de 2006 até fim de maio de 2009 na minha mão. Nunca me importei em trocar de celular pois achava que era feliz com um celular que aceitava ringtones polifônicos, em pleno 2009, mas percebi o QUÃO enganado estava.
No meu Motorola era tudo muito simples, todas opções bem a mão e coisas do gênero. Mas ele tinha uma série de defeitos sérios: não tinha nem cartão de memória, o que me deixava limitado aos menos de 2 MiB de memória interna, não tinha bluetooth, limitando-me a usar o WAP para adicionar qualquer conteúdo nele… (lembro que baixei 35kB de MIDI e paguei quase 5 reais, own3d. Maldita TIM!)
Pesquisei bem, fiz uma lista de celulares para substituir o meu W220 e como não encontrei o que queria acabei ficando com um celular bem em conta: Nokia 5310. Na verdade eu não conhecia muito bem esse modelo, fiquei mais de uma hora fuçando modelos na loja. Quase endoidei as pessoas que me acompanhavam e a vendedora.

Nokia 5310
Agora vamos ao que interessa, um review “rápido”. Este celular é fino, não mede 1cm (não tenho nenhuma régua ao alcance para medir) em sua parte mais fina. Isso é uma coisa boa e ruim ao mesmo tempo: boa pois posso deixar ele no bolso de trás da calça que não aparece tanto e ruim pois dificulta um tanto seu manuseio (nada que duas horas brincando com ele não resolvam). Leia o resto deste post »
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Escrito por Keaton
16 Fevereiro, 2009
Muitos percebem que é no verão quando começam aqueles problemas do computador reiniciar, desligar e travar, aparentemente sem motivos. Depois da fonte de alimentação o motivo mais provável é o super-aquecimento.
O que fazer para evitar o super-aquecimento? Vou sugerir algumas coisas que vai acabar diminuindo temperatura processador e ajudando a diminuir a temperatura de outros componentes ou até mesmo a interna do gabinete.
Primeiro você precisa manter um gabinete bom e bem arejado, porém não necessariamente aberto. Um gabinete bom é aquele que permite uma boa circulação de ar interna, e claro, ele precisa ser maior que aqueles genéricos que parecem ser feitos de papelão.
O uso correto de fans (ventoinhas) pode ajudar. Você precisa de ao menos dois fans bons: um tirando o ar quente na traseira, perto do processador, e um jogando ar frio para dentro. Esse que joga o ar frio para dentro pode ficar em diversos lugares do gabinete: na parte dianteira (como no caso do Cooler Master Elite 331), na lateral direita (Chieftec BX-01B-B-B) e embaixo do case. Isso varia de case para case, mas o ideal é que ele também sopre ar frio nos HDs, ajudando no refrigeramento deles. O problema do fan ficar embaixo é que ao deixá-lo em cima de um carpete/tapete ele funcionará como um aspirador de pó… e isso não é lá um dos novos recursos do Windows 7. (Talvez algum freetard tenha desenvolvido um software livre para isso mas não vai portar para o Windows.)
Existem também cases com fans na parte traseira em cima da fonte ou no topo, eles ajudam a retirar o ar quente que se acumula no topo do gabinete. Ainda sobre gabinetes, faz algum tempo que estão saindo modelos com a fonte embaixo da placa mãe. Esses gabinetes são interessantes pelo fato da fonte não pegar (tanto) ar quente vindo do processador e cia, assim ela não perde (tanto) desempenho por aquecimento desnecessário.
No caso de não possuir um fan que jogue ar para dentro do computador, você tem três opções: Leia o resto deste post »
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Escrito por Keaton
30 Janeiro, 2009
Está no Windows e já está cansado de ter de ficar arrastando um arquivo por um para o optiPNG? Ou mesmo tendo de ficar digitando um por um?
Ok, eu ajudo. Abra o bloco de notas e escreva:
for %%a in (*.png) do optipng “%%a”
Feito isso, salve como qualquercoisa.bat (pode ser optipng.bat, keatonrocks.bat ou icaju.bat, desde que continue sendo um arquivo .bat).
Agora coloque esse arquivo no mesmo diretório (pasta, como preferir) que está o optiPNG, depois coloque as imagens desejadas neste mesmo diretório e corra (rode) o arquivo .bat criado.
Esse pequeno script fará o trabalho de fazer o optiPNG optimizar todos arquivos PNG que estiverem no mesmo diretório que ele.
Simples? Sim. Inútil? Não. (Sim, lei do menor esforço!)
PS.: para quem não sabe, arquivos .bat são arquivos em lote do Windows. As vezes eles podem conter vírus, não sendo muito recomendado rodar qualquer coisa que você encontre na internet, mas este é um script simples que não lhe causará problema. Tudo que há ali é um laço (pra repetir o comando até otimizar todos os arquivos) e o próprio comando que executa o optiPNG.
Ps2.: o Ygor (Mamutti) pode criar um para Linux, porque eu não faço a menor idéia de como se faz isso para Linux.
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Software | Etiquetado: Linux, optiPNG, PNG, SL, webdesign, Windows |
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Escrito por Keaton
16 Janeiro, 2009
A fonte do computador é o seu componente mais importante, é ele que alimenta TODO e qualquer hardware (com exceção dos protótipos lendários de Voodoo 5 6000, que tinham sua própria fonte @_@). Uma alimentação inadequada pode danificar ou mesmo inutilizar diversos componentes. Quando você for escolher uma fonte, tenha em mente esses itens:
01. Sempre que puder, evite as fontes genéricas
Marcas do tipo HuntKey, Leadership, Clone, Omega, Coletek, C3Tech, DrHank, Satellite e coisas assim que fazem promessas absurdas (tipo 600W por menos de 300 reais) são um problema e devem ser evitadas. Em aproximadamente 99,99% dos casos, elas não conseguem garantir os 600W. Esses 600W geralmente é a energia que elas gastam e não quanto elas conseguem entregar ao sistema dentro dos limites aceitáveis.
Essas são as fontes conhecidas como “fontes de potência nominal” ou “fontes nominais”. Geralmente são genéricas e nenhuma empresa séria as fabrica. Por exemplo, uma fonte genérica de 600W com 40% de eficiência deveria entregar uns 430W antes de começar a dar problema (isso não é uma regra e varia de fonte para fonte). O problema é que fontes baratas (aquelas de 600W por 130 reais) raramente consegue entregar mais de 250W sem desestabilizar. Leia o resto deste post »
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Hardware | Etiquetado: Corsair, fonte, fonte de alimentação, Leadership, PFC, PSU |
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Escrito por Keaton
6 Dezembro, 2008
Precisei comprar um pendrive com mais de 4GB para transportar meus dados, melhor dizendo, a maquina virtual que uso no curso. Então escolhi o Kingston Data Traveler DT100/8GB. Até que enfim chegou, uma semana depois do que eu precisava, mas chegou.
Comprei na Kabum, mas na Spon tem o mesmo pendrive um pouco mais barato, porém com o desconto de 15% da Kabum que aparentemente também vale para o frete (que enviaram por transportadora e cujo numero de rastreamento não servia para nada) quando se paga por boletos, ficou alguns centavos mais em conta que o mais barato com o frete (só percebi depois). Mas voltando ao assunto principal, o Kingston DT100/8GB.
Coisas que eu gostei nele:
- Não tão pequeno: acredito que eu não o perca tão fácil.
- Rápido para a leitura: até 27MBps.
- Rápido para a escrita: até 12MBps (o Vista acusou isto).
- 7.45GiB: espaço suficiente para mim, por enquanto.
- Vem com um plástico protegendo o escrito “Data Traveler”: Não riscará tão cedo. (fica feio, mas antes feio que riscado.)
- LED: ele fica “escondido” no logo perto da ponta, naquele logo da Kingston. Achei que ficou muito bonito isso. O outro ponto é que ele não fica ligado direto, só quando está em uso.
- Não tem tampinha, é retrátil: Tem coisa mais chata que perder a tampinha do pendrive?
- Design bonito: Não é lá um JetFlash 2A ou um Kingston DT150 32GB, mas o design é aceitável. Apesar de que o design não importa muito, o que importa é o funcionamento.
- Serve de pingente para o meu Motorola W220: posso perder oito gigabytes de dados junto com meu celular, sem problema.
Brincadeira.
Coisas que eu NÃO gostei:
- É completamente preto: gostei mais do vermelho, mas funciona do mesmo jeito.
- É uma lesma para escrita: os testes indicaram 2MBps (o meu antigo fazia 5MBps se não me engano).
- Esquenta MUITO durante o uso: copiei um arquivo de 3.9GB e ele esquentou demais.
- Deu problema logo de cara: esse arquivo que eu copiei (quase 4GB) e não copiou direito. (MD5 não bate), recopiei o arquivo e foi.
- Frágil³. A “carcaça” dele não durou 6 meses na minha mão, simplesmente abriu quando removi do hub usb.
Claro que eu tenho algumas fotos.
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Review | Etiquetado: DT100/8GB, Kingston |
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Escrito por Keaton