“Perfura uns cartões com aquele .txt sobre assembly para mim” muitos já ouviram e disseram isso. Pois por algum tempo essa era um das pouquíssimas formas de transferir aquivos. Depois veio o revolucionário disquete, CD, DVD, pendrive e BluRay. Até agora. Mas o pendrive parece ter prevalecido de um modo que nos atrevemos a prever sua imortalidade. Isso por ser muito, muito prático e de uso variado. Não podemos deixar de lado o preço baixo e os estilos diversificados.
Vou mostrar algumas coisas legais para se fazer com o pendrive.
(CONTEÚDO NÃO RECOMENDADO PARA LUSERS)
- Se você é usuário do OpenOffice provavelmente teve problemas com extensões dos documentos. Solução simples e legal, para exibir para seus colegas, é o OpenOffice Portable. Ele roda no pendrive não é preciso instalá-lo no computador. A versão portátil tem todas as funcionalidades da versão normal.
- Não te deixam instalar seu navegador preferido então carregue-o com você. Adivinhem. O Firefox Portable dá conta do recado e roda muito bem no pendrive. Como todo portable, ele demora um pouco à abrir mas feito isso sua velocidade não entrega que está rodando num pendrive e também não perde as funcionalidades, como instalar extensões.
- Pidgin, mensageiro instantâneo.
- Gimp, editor de imagem.
- VLC, media player.
- KeePass. Esse pode ser uma arma, se usado incorretamente. Esse simplório programa de 1,7MB armazena suas senhas e as protege com uma senha mestra. Essa senha desbloqueia a criptografia AES de 256bits das outras senhas.
- Agora com programas suficientes para se perder, use o PStart para se achar. Ele é como o menu iniciar do windows, só que para seu pendrive.
Chega de numerar, dá muito trabalho. O que mais me espantou foi a wikipedia no pendrive. Isso mesmo toda a enciclopédia on-line no seu pendrive. Claro que o arquivo não é nada pequeno. A versão inglês chega a 4.6GB e a versão em pt é menor, 365MB. Esses valores são dos arquivos compactados. Para “descompactar” os arquivos é necessário o WikiTaxi.
Há muitas outras coisas para se fazer com um pendrive. Começando por usá-lo como chave para seu computador, até HD do seu Ubuntu “portable”, por assim dizer.
Descobertas via revista INFO de março de 2009.



14 Março, 2009 às 9:32 |
Dá para fazer esse tipo de pendrive para linux? :p
Meu navegador preferido é o Opera (tem Opera Portable), meu segundo preferido é o Internet Explorer (tem em QUALQUER computador com Windows), terceiro o Safari (tem em QUALQUER Mac), quarto o Chrome (tem em computador de lanhouse), quinto o Konqueror (tem na maioria dos linux), sexto o Amaya (raro), sétimo o Windows Explorer (componente do Windows)… é improvavel que eu não ache um deles antes de ter de correr para o Firefox. ;P
Quanto ao OpenOffice, ele fica uma carroça para carregar do pendrive… pior ainda para copiar para ele. Nessa altura o docs.google.com é mais rápido.
Pidgin? Interessante escolha, mas prefiro o Miranda IM.
GIMP? Para editar imagens de forma básica até vai..
VLC? Media Player Classic não tem portable, né?
KeePass só para quem perde senha fácil, eu.
Querer a Wikipedia no pendrive é doença… hahahaha :p
15 Março, 2009 às 15:48 |
Lusers podem instalar o seu sistema INTEIRO no pendrive e carregar suas configurações, arquivos e programas favoritos para qualquer lugar, incluindo esses aí que você citou.
É tão bom ser um luser!
E os programas que você citou são ótimos… não ligue para o Keaton, ele é um *proprietard*, digo, um Anti-FOSS Evangelist Senior.
18 Março, 2009 às 23:43 |
Ah sim, é BluRay Disc, não BlueRay.
18 Março, 2009 às 23:45 |
Ah, eu não sou proprietard, apenas sou o cara que prefere algo que funcione e não me coma 590MB de RAM sem fazer nada com uma unica página aberta.
19 Março, 2009 às 0:12 |
@Keaton: consertado.
PS: 590MB é o que o Ubuntu consome, com emesene, Firefox (várias abas) e vários processos rodando em segundo plano.
31 Março, 2009 às 1:44 |
Meu Firefox tem esse vicio.
18 Junho, 2009 às 0:27 |
aff….
pq alguem ia querer todas
essas coisas pesadas no pen drive
coisa de loko… =/
18 Junho, 2009 às 2:14 |
Pra não precisar ficar instalando os programas que usa e perder tempo configurando-os em todo lugar que vai. Você saca o pendrive e ele está lá, todo configurado do jeito que você deixou, com os arquivos usados na última sessão, entre outras vantagens.
Pra quem usa o pendrive como ferramenta de trabalho é muito útil.
10 Agosto, 2009 às 19:26 |
[...] de dizer que pra essas tarefas básicas vale a pena tê-lo instalado em sua máquina, ou mesmo no seu pendrive. Hoje estava editando o banner da PaPonline (a rede de IRC favorita de 11 entre 10 cajucultores) e [...]