Há tempos que estávamos precisando de uma nova impressora aqui em casa. A Lexmark Z33 velha de guerra que usávamos tinha péssimos drivers, cartuchos minúsculos e difíceis de recarregar e ainda por cima estava engasgando papel. Além disso, por diversas vezes precisamos de um scanner e ficamos na mão.
Atrás de uma solução mais barata e compacta comecei a pesquisar preços de multifuncionais (por sinal, um termo bastante vago para definir impressoras com scanners e que tiram cópias). Não precisei procurar muito, pois logo de início defini a marca que queria: HP. Motivos? A qualidade (da maioria) dos produtos da empresa, que está bastante consolidada no Brasil, sendo fácil encontrar suprimentos e assistência técnica, e principalmente pela excelente compatibilidade com Linux.
Até hoje fico surpreso ao lembrar que, uma vez, na casa da namorada, uma amiga desastrada (sim, ela mesmo Perini) ligou a multifuncional sem querer enquanto o computador estava rodando Ubuntu. Em três segundos ele mostrou um popup informando que a impressora já estava instalada e configurada como padrão. Já o scanner foi detectado “automagicamente” pelo XSane, que já vem incluso na distro. Isso fez a HP (e o Ubuntu) ganharem muitos pontos comigo.
Mas voltando a vaca fria… decidida a marca, faltava escolher o modelo. A linha de multifuncionais HP não é muito grande. Em geral, a cada “safra” eles lançam dois modelos voltados para cada segmento de mercado. São eles: fotografia, escritórios pequenos e escritórios grandes.
Como não havia necessidade de nenhum dos recursos oferecidos pelos modelos mais caros e não imprimimos muitas fotos, escolhemos uma multifuncional para escritórios simples, que por coincidência são as mais baratas. Alguma conexão de rede até que seria interessante, porém ainda é meio caro. Sendo assim, optamos pelo modelo da foto:

HP Deskjet F4280
Escrito por Mamutti 











